quinta-feira, abril 15, 2010

Véti entrevista o jogador do Antiqua Rugby Clube Diogo Corrêa

                                                      Antiqua Rugby Clube, time de Pelotas.

Porque escolher o Rugby, esporte pouco conhecido no Brasil atualmente?

- Por assistir algumas vezes na televisão e achar interessante a dinâmica, a disciplina e espírito de equipe existente no jogo.

Como foi sua primeira experiência com o esporte?
 

- No começo foi um pouco complicado, pois envolve muitas regras. Demora algum tempo para se acostumar com o esporte, mas com estudo e dedicação se aprende tranquilamente as regras.

Você acha que com o aumento de praticantes no Brasil o esporte tende a crescer e aumentar a sua populariedade no País, assim como em outros países do mundo?
 

- Não é questão de achar: o rugby é atualmente o esporte coletivo que tem o maior índice de novos praticantes em todo o Brasil (especialmente no RS) e no mundo. O Rio Grande do Sul tem o terceiro maior número de praticantes do esporte.
A copa do mundo de rugby de 2007 (a última realizada) foi o terceiro maior evento esportivo transmitido pela televisão na história.

O esporte exige mais força ou mais técnica? Existe algum porte físico mais adequado para a prática?
 

- Ele exige ambos, dependendo principalmente da posição do jogador, mas basicamente todos os 15 jogadores tem que ter força e técnica. No rugby amador, não existe limitações quanto ao porte físico. Ao contrário do futebol e a maioria dos esportes coletivos, o rugby necessita de jogadores mais pesados (porém em forma), para formações decorrentes de infrações. Já no rugby profissional um bom porte físico traz muitas vantagens. Para a prática do esporte, tanto amador como profissional, é essencial manter um bom condicionamento físico, principalmente com o auxílio de academia.

O que você acha quanto à imagem de 'esporte violento' que o Rugby passa para a maioria das pessoas?
 

- Talvez seja um preconceito por julgar um esporte apenas por ver alguns lances do jogo. Violência é um ato de covardia, tal como agredir um adversário com más intençõs. O rugby constitui-se por ser um esporte de contato, porém existe algo primordial no jogo que é a lealdade. Existem regras importantes quanto a forma de contato, as quais são severamente cumpridas. Visto que é um esporte - se não o mais - que preza muito pela saúde do adversário.

Sobre a divulgação, o esporte precisa de mais ênfase na mídia?
 

- O Brasil é o país do futebol. Apesar de ser um esporte muito antigo (há times de rugby na europa com mais de 130 anos), ele precisou de muito tempo para aprimorar as regras. Acredito que hoje, com regras bem estabelecidas, tem feito o rugby ganhar projeção maior, com transmissões ao vivo em canais de esportes, fato esse que ajuda e muito na divulgação do mesmo. O ano de 2009 foi o ano que o esporte mais cresceu no Brasil, principalmente com a divulgação de que o mesmo retornará às olimpíadas depois de muitos anos. Porém o ano de 2010 promete ser ainda melhor. A maior expectativa é que um dia o esporte se profissionalize no Brasil, podendo participar de uma copa do mundo (o Brasil, atualmente, é somente o quarto melhor país da América Latina no rugby, ficando atrás do Paraguai, Uruguai e da Argentina - país que tem uma das melhores seleções do mundo -.

Estação Ferroviária

                                                                                 Estação Férrea de Pelotas.


HISTÓRICO DA LINHA: A linha foi construída em partes: pela Southern Brazilian Rio Grande do Sul Railway Company Limited, sucessora de uma série de concessões anteriores, a Bagé-Marítima, em 1884. De Cacequi a São Gabriel, em meados de 1896 e de São Sebastião a Bagé, no final do mesmo ano, ambos pela E. F. Porto Alegre - Uruguaiana. Em 1900, a união São Sebastião-São Gabriel completaria o trecho Bagé - Rio Grande. Era uma linha de grande utilidade, pois transportava gado e charque para o porto do Rio Grande, apesar de, no final do século 19, ter baixo movimento por causa dos altos preços do frete, dos maus serviços e da interrupção do serviço dos trens pela Revolução Federalista. Os trens de passageiros partiam de Livramento, em outra linha, chegavam a Cacequi e dali até Bagé. Em Bagé, havia que se trocar de trem para chegar a Rio Grande. Uma série de variantes foi entregue entre 1968 e os anos 1980 - Pedras Altas, Três Estradas, Pedro Osório, Pelotas - que encurtaram e melhoraram seu traçado, eliminando diversas das estações originais. Até 1982 as linhas ainda transportavam passageiros, quando o serviço foi interrompido devido ao desabamento de uma ponte em Pedro Osório; uma nova linha foi construída logo depois. O transporte de passageiros retornou algum tempo depois, mas com trens mistos, que duraram até meados dos anos 1990.   A estação de Pelotas foi inaugurada em 1884. Dali saía ramais para o porto da cidade. Atualmente a estação está em pé, mas abandonada. Ainda é o mesmo prédio original, totalmente abandonado e depredado. As janelas foram lacradas com tijolos. O lixo se espalha pelo seu interior. "Fotografei a estação antes que ela acabe. A linha é utilizada por trens que vão até Rio Grande. A situação do prédio gera incomodação, indignação e outros sentimentos em boa parte da população local.

O Lobão voltou?

         Muito se tem falado sobre o possível “GRENAL” na final do Campeonato Gaúcho, devido a superioridade dos dois times da capital nos últimos anos no campeonato gaúcho, mas o E. C. Pelotas que representa a região sul do estado vem com força para essa reta final do campeonato com a grande repercussão da vitória sobre o Grêmio, que já está com a vaga na grande final garantida com a conquista da Taça Fernado Carvalho do primeiro turno do Gaúchão. O Inter conta com sua crescente recuperação nos resultados, enquanto o Pelotas vem com a experiência de seus jogadores, como o conhecido Sandro Sotilli, e o atacante Alex Dias.Só resta esperar este confronto, que com certeza será um belo jogo, e fazer as suas apostas.

Entrevista com Prefeito de Canguçu


     Cassio Mota atual prefeito de Canguçu, município da região sul do estado, é entrevistado pelo Blog e responde perguntas sobre suas conquistas, suas pretensões quanto ao Azonasul e mais


                              Cassio Mota prefeito de Canguçu


    Para começar, queríamos falar  da Azonasul. O senhor assumiu agora o cargo de presidente, quais suas perspectivas para este mandato?

A Associação dos Municípios do Sul (Azonasul ) compreende a 22 municípios, que se organizaram como entidade para atender alem dos locais e o desenvolvimento regional.
A Azonasul tem um planejamento estratégico de desenvolvimento que compreende todas as áreas desde agricultura, educação, saúde, assistência social, habitação, geração de emprego, cultura, turismo e outros como saneamento básico para os 22 municípios da região.

      Sabemos que um dos maiores, talvez o maior pedido da população seja o da pavimentação de ruas. O que o senhor fez, e o que você está procurando fazer para solucionar este problema?

Realmente a pavimentação é muito pedida pela população mas nossos municípios são carentes de drenagem urbana e esgoto sanitário terão de ser feitos ao mesmo tempo com a ETE.
No município de canguçu temos investido em pavimentação mas a demanda ainda é muito grande vamos preparar bons projetos nas áreas que citei acima e vamos incluir a questão lixo, para melhor a qualidade de vida da população

      Seu segundo mandato já está na reta final. Como o senhor avalia estes 6 anos em que esteve à frente da administração?

A avaliação que faço é que já fizemos muito, mas que há ainda muito que fazer, vamos aproveitar este tempo para formatar, articular e ir a busca do desenvolvimento em todas as áreas. Exemplo: O programa habitacional do governo federal.


      Qual seu plano de vida, após o término do seu mandato, pretende continuar envolvido na política?

Ter um tempo pra família, mas não afastar-me da boa política, que nada mais é do que usar os meios para fazer o bem às comunidades que tanto necessitam, vou manter a vigilância e estar sempre disponível com o conhecimento adquirido, em forma de agradecimento.